Mau praticante

[Por ser um tema polêmico, qualquer pessoa ou entidade citada nos comentários será censurada, como medida de preservação e discrição. Relatos são desejáveis, mas com a devida polidez. Esteja atento também que mesmo com maus exemplos, eles NÃO REPRESENTAM a totalidade de praticantes de uma arte marcial. Inclua também no raciocínio que mesmo alguns erros não nos tornam uma pessoa ‘má’]

Um dos temas insistentemente abordados aqui busca falar sobre a enaltecida educação, respeito e suposta perfeição comportamental do praticante de artes marciais (e de Kendo em especial). A cada parágrafo lido em textos do assunto, percebe-se uma obstinação que não deixa de retratar a imagem de pessoas que a todo o momento idolatram uma auto-induzida moralidade ideal.

Acredite, o praticante de Kendo não é especial em relação a outras artes marciais sérias. O ser humano pode ser falho em qualquer área e mesmo nas melhores intenções. Por isso, este texto pretende desmistificar essa pseudo-superioridade aparente que posa como estereótipo daqueles que supostamente seguem os elevados códigos do samurai.

[剣道 礼 に 始まる、礼 に 終わる – Kendo começa e termina com REI ]

A diretriz primária do praticante de Kendo reside na combinação entre respeitar e ser agradecido. Antes mesmo de qualquer técnica ou movimento ser treinado, a frase acima é prontamente apresentada ao iniciante, representando um excelente valor que oferece reflexão. Mesmo assim, é algo que é facilmente ignorado ou nublado por intenções ansiosas, em especial quando se é adolescente ou jovem.

Por isso, um dos maiores defeitos que um praticante pode ter é a ‘ingratidão’. Por exemplo, pensar que os colegas estão ali apenas para serem golpeados, puramente objetos para seu aperfeiçoamento, cujo foco é ser um vencedor de combates. Esse tipo de comportamento egocêntrico cria atritos sociais, mas que em uma quadra de luta leva a situações embaraçosas, como machucar propositalmente um adversário, questionar juízes ou comemorar um ponto obtido, o que é extremamente mal visto no Kendo (é um óbvio desrespeito ao oponente) e segue por algumas ramificações:

Senpai  impertinente

O estilo ‘militarizado’ dos treinos de artes marciais pode, comumente, fazer-se confundir gritos e cobranças motivadoras, quando um colega chama ‘Vamos! Força! Mais uma vez! ’ seguido de linguagem corporal abrupta, com maus tratos aos praticantes.

Jovens ou talvez até mesmo adultos de baixa graduação, quando tem permissão de aplicar uma parte do treino, ou quando são os responsáveis interinos, podem facilmente exceder-se nas cobranças ao simular uma autoridade severa, mas mal embasada, e talvez agredir verbalmente ou até fisicamente um colega menos experiente, como tentativa de fazer um treino ‘árduo e rigoroso’, punindo com castigos físicos aqueles que não acompanham suas instruções.

Há maneiras e maneiras de se dar broncas.

Há maneiras e maneiras de se dar broncas.

Assim como os bullies nas escolas, a falsa sensação de poder pode trazer situações desagradáveis de convívio no dojo, em parte pela inexperiência, pela emulação de um treinador estilo ‘sargento de exército’ ou na pior das hipóteses, arrogância em se achar técnica ou hierarquicamente superior (ainda mais quando recém promovido em um exame).

Kohai  falastrão

Quando a pessoa se inicia no Kendo, toda a mística da arte marcial pode causar uma euforia que não é necessariamente positiva. No início, é comum e aceitável que o praticante seja influenciado pelas mídias ‘samuraicas’, como filmes e desenhos. Mas logo percebe que a severidade do treinamento não permite brincadeiras nem comparações.

Brincadeira é brincadeira. Treino é treino.

Brincadeira é brincadeira. Treino é treino.

Creio que a pior fase neste sentido foi o surgimento da 1ª rede social amplamente usada pelos brasileiros, o Orkut. Em sua explosão de popularidade, aliado a interface simples e convidativa para criar comunidades e grupos de discussão atraiu grande massa de praticantes de artes marciais, que debatiam calorosamente sobre os mais diversos assuntos relacionados. Como se tratava de uma iniciativa pioneira que massificou o conceito de fórum, muitos não sabiam como regular seu comportamento, criando verdadeiros ringues de pseudo-argumentos, com discussões extremamente fúteis que manchariam o nome e princípios de qualquer arte marcial séria. Ofensas e falta de cortesia eram a regra em muitos lugares.

As comunidades brasileiras ligadas ao Kendo (todas não-oficiais) logo formaram ‘panelinhas’, e não eram exatamente receptivas, pelo menos no começo. Nomes de mestres e academias eram expostos com pouca responsabilidade e nenhuma cerimônia ou permissão formal, principalmente por iniciantes ou pessoas com pouca experiência. As brigas entre membros de entidades oficiais e os de não-reconhecidas se arrastavam cansativamente. Leigos e adolescentes com gostos por desenhos animados japoneses que aderiam as comunidades eram questionados, como se precisassem provar algo para serem ‘dignos’ de treinar Kendo.

Sensei ou graduados

É um pouco desconfortável falar neste tom, mas mesmo grandes mestres tem seus defeitos de caráter. Afinal, são tão humanos quanto qualquer pessoa. Mesmo assim, quando trajados e no local de treino, carregam um pesado manto de responsabilidade imposto pela graduação, o que cria diferentes expectativas de comportamentos vindo deles.

Em certas modalidades, não é incomum um instrutor estar do lado do lutador passando instruções mais imediatas em um combate formal. Porém no Kendo este é um comportamento inadequado, que inibe a capacidade do kenshi em desenvolver seu estilo e tomar suas próprias decisões. Passar instruções visuais, de como ele deveria proceder na luta é desaconselhável e deselegante. A vitória não deve ser dirigida desta forma pelo instrutor, e o aluno não pode ser uma marionete para promover sua academia.

Favoritismo em competição não é diferente de corrupção. Pode ocorrer de um aluno que está lutando ser favorecido em discussões de arbitragem quando seu instrutor está presente como shinpan (juiz). E o inverso é plenamente possível, quando um competidor (ou sua academia) considerado indesejável (ou persona non grata) é prejudicado, nunca conferindo o ponto favorável a ele, por mais que se esforce e golpeie de forma válida. Lamentável vindo de quem se espera a mais absoluta imparcialidade.

Orientação sempre é decisiva.

Orientação sempre é decisiva.

Muitas vezes, o instrutor – ou praticante de alta graduação – pode ser arrogante ou bruto ao chamar atenção, seja verbalmente ou lutando (em um treino) e batendo de forma maldosa em um praticante menos experiente, não necessariamente um aluno seu. Sinceramente, ser tão graduado e habilidoso não faz uma pessoa ser mais ou menos educada e muito menos lhe dá o direito de humilhar alguém. Lembre-se de casos de instrutores que castigam fisicamente jovens competidores que fracassaram em vencer, ou usam métodos questionáveis de treino, com severas punições físicas para quem não se forçar ao limite extremo do esforço.

Esta é uma opinião estritamente pessoal: maus praticantes também são aqueles que abandonam seu treinamento formal em nome de uma vaidade de querer ter sua própria academia e alunos seguidores, e lucrar com isso. É possível que logo que adquirir uma faixa preta já queria se posicionar como Sensei, ou treinador. Em Kendo o 1º dan é apenas a segunda graduação oficial e arrisco dizer que seu praticante domina ainda o básico do básico, de uma estrutura muito profunda. É possível ter tal graduação em pelo menos 5 anos de prática, algo muito próximo do tempo de um curso superior. Será que um recém formado de faculdade pode carregar a responsabilidade e experiência que professor exige?

Não gostaria de tocar neste assunto mas malucos que inventam estilos (e acreditam piamente que são ‘mestres’ neles) estão nesta categoria, porém, de forma mais vergonhosa e infantil.

Artes sérias não são coloridas nem acrobáticas.

Artes (da espada japonesa) sérias não são coloridas nem acrobáticas.

Outro ponto polêmico são os instrutores que ensinam luta pela internet. Não concordo com a iniciativa, a menos que seja algo privado e voltado para o aperfeiçoamento do próprio grupo. Manter tal material público é apenas propaganda para sua pessoa e academia, além de expor sua habilidade a críticas, especialmente quando se é pouco graduado ou um desses lamentáveis fanáticos que inventam estilos samuraicos.

Tô fora...

Melhor não…

Falando também em internet (em especial, no youtube), os comentaristas ‘sabem-tudo’ e os ‘donos-da-verdade’ são presenças constantes e irritantes, que deveriam focar seu tempo nos próprios estudos ao invés de criticar o esforço alheio. Em especial, praticantes de baixa graduação metidos a entendedores que publicam material sobre assuntos que dominam de forma rasa, posando de cultos e esclarecidos, deveriam revisar suas condutas na internet.

Creio que tudo o que foi mencionado aqui se resume a ego. É o clichê ‘o pior inimigo de uma pessoa é ela mesma’, que não colabora socialmente, vendo as pessoas apenas como degraus a pisar para sua ascensão a um suposto e ilusório estrelato. Uma relação interesseira e parasita que envolve apenas extrair, sem acrescentar.

As artes marciais promovem a oportunidade de abrir os olhos e perceber a importância do colega de treino no processo de aperfeiçoamento das habilidades técnicas e este despertar promove humildade e gratidão, que gradual e naturalmente se estende para fora da academia, até englobar a essência da pessoa. Independente de seu nível de habilidade, essa mudança interior é o primeiro passo para se tornar idealmente ‘forte’. Assumo que todos desejamos ser melhores, mas não num contexto de comparação, mas na construção de um conjunto de indivíduos conscientes e voluntariosos, que contribuem como membros positivos de uma sociedade mais justa.

Colaboração

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N.P.P.

* Todos os casos comentados no texto já foram ‘ouvidos aqui e ali’, pois além de presenciar uma coisa ou outra (algumas citações são obviamente autobiográficas), já li relatos extensos em diversas fontes, em especial, fóruns nacionais e internacionais, que não tem 100% de credibilidade, assim como este blog. Todos os exemplos acima foram baseados em supostos comportamentos de praticantes de Kendo, em todo mundo, mas que estão presentes em praticamente qualquer esporte ou arte marcial.

Porém é imprescindível declarar que tais comportamentos são a mais absoluta exceção, que de maneira alguma representam a maioria dos praticantes. Nunca julgue a totalidade de uma arte marcial (séria e reconhecida) apenas pelas ações de um ou poucos indivíduos excêntricos e desalinhados.

Permita-me relatar mais três casos específicos, que em maior ou menor grau também trazem exemplos constrangedores. Um deles, em uma academia de certa arte marcial, onde fui apenas visitar acompanhando uma pessoa. O instrutor estava em seu escritório no momento do treino enquanto um aluno graduado aplicava os exercícios de forma. Ao adentrar o salão de treino e cumprimentar o instrutor, um colega do aluno graduado no comando chegara também na porta do recinto e começa de lá a conversar com o rapaz. Mas dada a distância, falavam muito alto, de forma comparável a bêbados de bar (incluindo brincadeiras pouco próprias) em um volume incompatível com o ambiente, num assunto fútil e desviando totalmente a atenção dos praticantes iniciantes que continuavam se esforçando no treinamento. Tal situação durou quase 10 minutos, sem qualquer interferência do instrutor, concentrado em seus afazeres pessoais.

O segundo caso é ainda pior: um instrutor de crianças em certa modalidade usava um recurso politicamente incorreto nos tempos de hoje. Para todos aqueles que não se comportavam ou brincavam no meio do treinamento, o castigo era usar uma faixa cor-de-rosa! Com o claro objetivo de constranger a criança, em especial os meninos. Até os anos 1980 era comum que o professor se dispusesse de castigos físicos controversos para disciplinar crianças, situação que foi se alterando, para seguir modelos mais lúdicos de treinamento, que promovem o interesse na atividade, sem uma carga técnica estritamente obrigatória. Eu mesmo fui vítima de golpes constantes na barriga, braços e pernas, que eram aplicados com certa força e com um shinai ! Mas mesmo criança, interpretava que se tratava de um teste de resistência e virilidade (não era Kendo que eu treinava, mas o professor sempre estava lá com sua espada de bambu).

Até que é bonita. Chega de preconceitos bobos.

Até que é bonita. Chega de preconceitos bobos.

E um exemplo autobiográfico recente (Maio de 2014): participei de um seminário em Iaido promovido pela Confederação Brasileira de Kendo e em função do frio de São Paulo capital, utilizei a meia tabi  para treinar com mais conforto. Acontece que o uso do acessório só é permitido com a devida autorização do Sensei, em casos especiais, por problemas de saúde, por exemplo (não sabia dessa norma) mas nada me foi mencionado. Foi quando fizemos uma simulação de arbitragem, onde valiam as normas oficias, fui avisado que não poderia usar o tabi  pelo próprio Sensei  que conduzia o evento. Talvez pela emoção do momento, dos colegas que vinham aconselhar logo em seguida, entrei rapidamente para uma segunda partida e ao final fui sumariamente desclassificado, justamente por usar o acessório. O pior é que o Sensei disse que eu tinha ignorado seu conselho (deveria ter tirado imediatamente). Mas o estrago já estava feito, em uma arte marcial que preza pela atenção e percepção das coisas, ‘queimei meu filme’ com o mestre mais graduado do Brasil.

Mais do que ser um mau praticante, ter a oportunidade de errar e refletir sobre a experiência é o que nos faz evoluir e ganhar maturidade. Ou não.

Por ser um tema sensível, pensei bastante antes de publicar esta matéria. Por várias vezes pensei em não fazê-lo, temendo que fosse de tom inconveniente e desrespeitoso mas devo acreditar que não existe tabu que não possa ou não deva ser discutido.

*O banner de entrada para matéria é uma pintura de Bartolomé Murillo, pintor barroco espanhol, chamada O Retorno do Filho Pródigo.

_____________

…..O que achou da matéria? Sua opinião é importante para o crescimento deste trabalho. Caso tenha dúvidas ou queira conversar sobre o assunto, envie um e-mail para blog.espiritomarcial@gmail.com ou deixe seu comentário!

Publicado em 16 de Junho de 2014.

10 comentários sobre “Mau praticante

  1. Ótimos pontos de vista. Acho que eu já vi todos as situações hipotéticas citadas ali e hoje em dia me esforço para não ser o sempai sargento, as vezes é um exercício de consciência e humildade não deixar que o poder suba a cabeça já que pela tradição todos são de certa forma obrigados a obedece-lo e como sou um dos responsáveis pelo dojo inteiro, acho que é o papel do sempai não se deixar influenciar. Recentemente conversando com um sensei brasileiro eu fiquei espantado de ouvir que vários dos 8ºs dan que ele conhece são “nariz empinado” e por vezes arrogantes sendo apenas alguns mantendo a humildade e sendo justamente esses os melhores professores, acredito que deva ser a mesma coisa que ser o principalmente sempai de um dojo mais elevado a milésima potência já que quando se chega nesse nível de kendo não é só o seu dojo que lhe deve respeito são praticamente todos os dojos do mundo!

    Outra coisa que me ocorreu enquanto lia o posté que nós temos uma idéia até perigosa de que todos os praticantes de kendo são pessoas totalmente idôneas e “puras” de coração, mesmo atletas que praticam a muitos anos as vezes vemos uns comportamentos reprováveis tanto dentro quanto fora da quadra, pq afinal de contas são pessoas.
    Aquele caso do atleta coreano consagrado que era 7ºdan e foi preso por abusar sexualmente das alunas serve pra nos mostrar que mesmo que a a maioria de nós praticantes de kendo somos pessoas “gentis” e kendo serve para moldar mente e corpo ainda estamos a mercê dos instintos.

    • Olá Helton,

      Excelentes colocações. Creio que a ideia é desconstruir essa presença idealizada do praticante-zen-bom-moço, que na verdade é apenas humano. Temos, por diversas razões sociais, o costume de manter posicionamentos neutros ou críticos em relação aos outros, mas a coisa muda de figura quando se aponta o dedo para nós.

      Pensei na frase ‘todo santo se acha pecador, e todo pecador se acha santo’ enquanto desenvolvia as ideias da matéria. E acredite, os comportamentos citados no texto não são tão hipotéticos assim. Conheço até um caso de um cara famoso (mas que já não treina mais) que mandou um aluno seu perder de propósito para não quebrar seu recorde de vitórias…

      Mesmo assim, perseguir um ideal é sempre positivo, e apesar de tantas falhas, sei que em várias situações podemos fazer a diferença, e de modo justo e correto, ainda mais no papel de senpai que nos compete, que é muito mais ‘inspirar’ do que ‘ordenar’, não é mesmo?

      Obrigado pela visita e pelo comentário, sempre agregando valor!

  2. Treinei durante oito meses em um determinado lugar que dizia ensinar “um novo estilo de lutas com espadas japonesas”. “Muito mais legal que o Kendo” alegavam eles. Porém, a dura realidade dos treinos foi outra. Como diz uma determinada letra de música: “…festa estranha, com gente esquisita…”. Foram oito meses de terror na minha vida. As aulas eram ministradas aos berros e gritos. Um dos instrutores parava o treino para literalmente esculhambar os alunos. O ambiente era péssimo. Muitos alunos novatos vinham a poucos treinos e em seguida abandonavam a prática por causa do ambiente ruim. Após ser esculhambado por um instrutor decidi abandonar os treinos. Hoje vejo que foi uma das decisões mais acertadas da minha vida. Pretendo voltar a treinar novamente, mas agora em uma instituição séria ligada à Confederação Brasileira de Kendo.

    • Olá Armando,

      Infelizmente existem muitas ‘ervas daninhas’ nas artes marciais mas o que importa é sua determinação em buscar a instrução adequada.

      Tenho amizade com dezenas de pessoas que começaram com charlatães e é impressionante a similaridade dos relatos. Mas a verdadeira herança dos treinamentos marciais, na minha opinião, reside na amizade oferecida, não em ‘bronquinhas de sargentinho’ querendo pagar de ‘durão’.

      Parabéns pela atitude e obrigado por compartilhar sua experiência conosco! Agradeço também sua visita!

  3. Belo texto… Pratiquei 10 anos de kung fu e estou treinando jiu jitsu atualmente. Suas palavras fazem todo sentido em relação à qualquer arte marcial. Se fizesse alguns ajustes, trocasse algumas palavras, como kendô por kung fu, eu ia achar que o texto era meu.

    Abraço.

    • Obrigado pelo comentário, Rafael!

      Creio que quando pensamos em artes marciais, elas focam em pontos comuns, que não devemos nos levar pela conveniência das situações e tentar discernir melhor sobre comportamentos, bom senso e educação.Parabéns pela dedicação em sua arte e bons treinos!

  4. Altamente pertinente.
    Penso que o maior dano de tais atitudes seja a perda de iniciantes ed fuga de interessados no esporte.
    Júlio

    • Olá Júlio,

      Sim, é responsabilidade de todos, em especial dos mais experientes criar um ambiente motivador para todos. É um dos melhores jeitos de se sentir parte de algo especial e desenvolver afeição pela prática!

      Obrigado pela visita!

  5. Assunto pertinente e bem explicado, mesmo para uma iniciante no kendo como eu.

    • Olá Luciana,

      Obrigado pela visita e pelo comentário! Temos que abandonar essas visões extremistas de “bom” e “mau” e construir tanto caráter quanto habilidades através de nossas experiências, boas ou más. E no final, nos resta o bom senso de melhorar, não é?

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